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AjustaCV

Como fazer o currículo passar no ATS e chegar no recrutador

Publicado em 26 de agosto de 2026

Você mandou o PDF, acompanhou o status da vaga e o retorno não veio. Dá para achar que o perfil não encaixou. Em muita empresa o currículo nem chegou na mesa. Ele parou no ATS, o software que lê o arquivo, compara com o anúncio e descarta o resto antes de um humano abrir a pasta.

O AjustaCV trabalha nesse gargalo. O produto reescreve o seu currículo para a vaga que você escolheu, em formato que o filtro consegue extrair, e devolve PDF, Word e LaTeX. No mapa do Os 27 o ocupante pode aparecer como Melhorar currículo. É o mesmo produto e o mesmo host, não são duas empresas.

O que o ATS lê de verdade

ATS é a sigla de Applicant Tracking System, o sistema de rastreamento de candidatos. A empresa recebe dezenas ou centenas de arquivos por vaga. O software varre texto, seções e palavras-chave. Só o que passa dessa triagem segue para o recrutador.

No site, o AjustaCV descreve o funil assim: da ordem de 200 currículos por vaga, cerca de 75% caem no filtro automático e só uns 50 chegam a uma pessoa. São números do produto, não um estudo acadêmico. O recado prático permanece: se o parser não lê o seu texto, o restante do conteúdo não conta.

O que o robô costuma aproveitar:

  • Texto selecionável, em ordem de cima para baixo
  • Seções previsíveis: contato, resumo, experiência, formação, habilidades
  • Palavras da descrição da vaga, no mesmo idioma da candidatura
  • Cargo, empresa e datas escritos em texto, não em ícone ou infográfico

O que ele costuma perder ou embaralhar:

  • Duas ou três colunas
  • Ícones no lugar de rótulos
  • Barras de "nível de skill"
  • Tabelas, caixas de texto flutuantes e camadas de editor gráfico
  • Imagem de fundo com letra "desenhada"

A análise gratuita do AjustaCV, sem cadastro, olha cinco eixos: palavras-chave, estrutura, conteúdo, completude e formatação. Você sobe PDF ou DOCX (até 4 MB) ou cola o texto. Incluir a descrição da vaga é opcional nessa etapa e melhora o diagnóstico. No fluxo pago, a nota antes e depois cobre palavras-chave, formatação, experiência, educação e habilidades.

Nada disso substitui experiência real. Mentir stack para casar palavra-chave queima a entrevista. O ajuste útil é de vocabulário e de estrutura, não de biografia.

Por que o currículo do Canva morre no filtro

O Canva resolve cartaz, carrossel e apresentação. Currículo que entra em ATS, na maior parte dos casos, não é cartaz. O template com duas colunas, faixa colorida e ícones vira um PDF em camadas. Para o parser, o texto some, sai fora de ordem ou chega em branco. O AjustaCV descreve o problema nesses termos: caixas flutuantes, colunas complexas e gráficos que o sistema de RH não processa.

Isso não torna o design "errado". Muda o primeiro leitor. Se você entrega o PDF na mão de alguém, o layout até ajuda. Se o primeiro leitor é um software, a prioridade é texto limpo, linear, com rótulo escrito por extenso.

Sinais de que o arquivo está no modo poster:

  • Uma coluna só de ícones, barras e foto grande
  • Telefone e e-mail escondidos atrás de um pictograma
  • Texto que você não consegue selecionar no PDF
  • Exportação pensada para "ficar bonito no celular", não para ser extraída

A correção não é fonte feia. É linearizar. Um fluxo, seções com nome óbvio, verbos de ação, resultado só quando o número existe de verdade. Inventar métrica para o filtro é pior do que omitir. O robô não audita a ética. O recrutador que passar da triagem vai ler o que você escreveu.

Se o portal pede upload e você insiste no Canva, o risco não é "ficar menos bonito". É o ATS devolver um documento vazio. Para vaga criativa com portfólio à parte, o visual ainda pode fazer sentido. No funil padrão de RH, o arquivo gráfico é o atalho que mais elimina.

Um currículo por vaga, não um PDF para todas

Mandar o mesmo arquivo para cem anúncios é o hábito que o filtro pune. A vaga pede SQL, n8n ou gestão de carteira. O CV genérico fala em pacote Office e "proativo". O match cai, mesmo com o perfil certo.

O AjustaCV posiciona o serviço como uma vaga, um currículo. O produto não dispara o arquivo para 100 anúncios. Você envia o currículo atual (PDF, DOCX ou texto) e a descrição da vaga. A IA reescreve palavras-chave, estrutura e formatação para aquele texto. O idioma é escolha sua: português, inglês, espanhol, francês, alemão ou italiano.

Isso importa porque a vaga em inglês e a vaga no Brasil não compartilham o mesmo vocabulário. O mesmo profissional pode precisar de dois arquivos. O modelo é pagamento por uso, sem assinatura: R$ 7,80 via PIX por currículo otimizado para uma vaga. Reajuste do mesmo currículo para outra vaga custa R$ 3,40. Quem ainda não tem currículo encontra criação do zero por R$ 4,90. Foto profissional gerada no próprio fluxo sai R$ 1,95. Nenhum desses valores garante entrevista. Eles compram um arquivo alinhado ao anúncio, em formato que o ATS consegue ler.

Se você quiser o exercício na mão, o método é o mesmo do produto:

  • Copie a vaga e marque ferramenta, stack, certificação e responsabilidade
  • Troque jargão genérico pelas palavras que o anúncio usa, sem inventar experiência
  • Deixe cargo, empresa e período óbvios, sem timeline em gráfico
  • Mantenha um idioma só por arquivo

O atalho pago comprime isso num envio, num PIX e num e-mail. Serve quem aplica em várias vagas na mesma semana. Não serve se a ideia for um PDF eterno para o resto da carreira.

PDF, Word e LaTeX: o que o parser aguenta

Formato pesa quase tanto quanto o texto. PDF gráfico e PDF de texto não são a mesma coisa. Word (DOCX) costuma ser previsível para o parser, porque o conteúdo vem em trechos de texto. LaTeX interessa a quem já trata currículo como código: o AjustaCV entrega o arquivo .tex na página do pedido, pensado para devs e acadêmicos.

O que o fluxo pago inclui, segundo o site:

  • PDF formatado, pronto para enviar em plataforma ATS
  • Word (DOCX) editável no Word, Google Docs e LibreOffice
  • Código-fonte LaTeX para download na página do pedido
  • Score ATS com análise em cinco categorias, antes e depois

PDF e Word chegam por e-mail. O LaTeX fica no pedido. A entrega anunciada é em até 5 minutos depois da confirmação do PIX.

Na prática: se o portal aceita DOCX, envie DOCX. Se só aceita PDF, envie o PDF limpo, não o export do editor de design. Confira o que o ATS da empresa de fato recebe. Não existe formato que engane o filtro. Existe arquivo que o software consegue ler.

Coloque contato no corpo do documento, em texto. Cabeçalho só em imagem some no parse. QR Code no lugar do LinkedIn também: o robô não aponta a câmera.

PIX, cinco minutos e o que revisar depois

O fluxo no AjustaCV é curto:

  • Envie o currículo e a vaga (upload ou texto). Escolha o idioma.
  • Pague R$ 7,80 via PIX. O site descreve o processamento como imediato.
  • Receba PDF e Word no e-mail. Baixe o LaTeX na página do pedido. Olhe o score.

Antes de candidatar, leia o arquivo. A IA reescreve. Você responde pelo conteúdo. Confira datas, nomes de empresa e ferramentas que você de fato usou. Se a próxima vaga for outra, use o reajuste de R$ 3,40 em vez de reciclar o PDF antigo.

No Os 27 cada estado aceita um SaaS por vez, ocupado com PIX. O histórico de ocupações registra quem pagou para aparecer. Este post é o guia do produto, não um ranking de RH nem uma promessa de contratação.

Se o seu problema hoje é silêncio depois da candidatura, comece pelo filtro, não pelo template. Texto linear, palavras da vaga, um arquivo por anúncio, formato que o parser lê. O AjustaCV comprime isso num PIX e num e-mail. O recrutador ainda precisa gostar do perfil. Pelo menos o robô deixa o PDF entrar.

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